Bom giorno!!! E bora pedalar, porque quem não passa pelo processo não vive o extraordinário hahaha.
Mas antes, uma paradinha estratégica para comer uma focaccia numa padaria que vende pães desde 1801. Sim, essa padaria já existia quando alguém olhou pra uma bicicleta e pensou: “e se isso tivesse duas rodas?”.


Eu amo essas coisas históricas e fico imaginando o senhorzinho lá no início do século XIX gritando na rua: “Guarda il pane, guarda il pane!” enquanto algum italiano comprava pão reclamando do preço da farinha igual fazemos hoje 😂
Mas como nem tudo são flores, focaccia e carboidratos italianos, saímos debaixo de chuva.

Nada muito dramático, aquela chuvinha insistente, especialista em deixar a roupa “quase seca”. O pedal era de 60 km, predominantemente plano, mas pegamos bastante vento e alguns chuviscos pelo caminho. Em compensação, seguimos acompanhando o rio Ádige, então a paisagem tratou de compensar qualquer sofrimento temporário.

E logo chegamos em Trento. Nosso hotel é simplesmente uma torre do século XVI — chique o suficiente pra eu cogitar falar apenas em italiano antigo pelos corredores.





A cidade está vivendo a semana da economia, então havia vários produtores e barraquinhas espalhadas. Comemos algo leve para sair explorar e, mais uma vez, a arquitetura nos deixou encantados. Mas o auge cultural do passeio aconteceu quando presenciamos uma briga de casal em praça pública… e vocês nem imaginam em que língua 😂 Sim, brasileiros. Só ouvimos a garçonete tentando apaziguar a situação com um delicado: “Piano, piano…”
Depois do jantar (João: por isso que pedalamos e não emagrecemos kkk) e de um belo gelato, voltamos para nossa torre medieval descansar. Porque amanhã tem mais pedal, mais subida e provavelmente mais carboidrato italiano justificando tudo.


Um beijinho 💛


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