Primeiro tenho que confessar, ontem não tava com alma para escrever, tremendamente cansados.
Durante o dia ocorreu algo engraçado, mas não lembro oque era. Passamos o dia de hoje tentando lembrar, e nada.
Mas começando sobre a jornada de hoje, que no papel seria moleza, veio uma porrada nas pernas.


A saída de Fussen foi onde nos despedidos do Rio Lech, e do território alemão.
Não tenho síndrome de vira-latas, mas a organização, limpeza, educação que vi aqui é algo extraordinário. Nenhum carro ultrapassou a gente se não conseguisse ir a outra faixa.

Todas ciclovias muito bem sinalizadas e bem cuidadas.
Comparando com a viagem da Nova Zelândia, digo que em estrutura de campings a Alemanha perde, mas em estrutura para bicicletas é imbatível.
E voltando para nosso dia, o planejamento eram 36km, coisa leve, mas o ganho de elevação(subidas) mostrou o outro lado.
Subidas muito acentuadas, que mostravam que empurrar a bike não seria vergonha.
No meio da nossa jornada, em Reutte, tinha o Castelo de Ehrenberg, datado de 1290.


De baixo é bonito, mas lá de cima a vista impressiona.

Mas não é só de subidas que o passeio é feito, e as paisagens nos recompensaram.
Se a subida judiou das pernas, a descida nos trouxe o perrengue de hoje, o freio da minha bicicleta quebrado após aquecer muito.

Logo após a quebra o burro aqui colocou o dedo no disco quente, e ganhou uma lembrança da viagem.
Ao longo da rota os ventos alpimos chegavam, e a mudança de temperatura era evidente.
E assim chegamos em Ehrwald, cidade turística conhecida pelo monte Zugspitze, um dos mais altos dos Alpes Tiroleses.


E não poderia deixar o momento eternizado dessa viagem:


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