Chegado o primeiro dia de pedal, hora de ver:
-se a gambiarra na bike ia aguentar as malasn
-se eu ia aguentar carregar as malas;
-se a Juliana ia aguentar “o mala”.
Ficamos em uma pensão no topo de uma ladeira, que a coisa mais satisfatória foi descer indo embora.
GPS no jeito e iniciamos nossa até então não conhecia, Via Claudia Augusta.

Juliana não vestiu o colete de segurança, pois não combinava com o look. 🙄
Muitas planícies em meio a plantações, nos mostraram que para um primeiro dia, foi um pouco puxado, mas vimos que com calma vamos chegar lá.

Só que ninguém é de ferro, e tem hora que não tem glamour, é sentar no chão e comer um lanche na sombra. Sorte que o frio de Munique, ficou em Munique.

Se em Donauwörth tivemos a companhia do rio Danúbio, Augsburgo nos presenteou com a visão do rio Lech.
Percorremos as margens, observando as pessoas ali curtindo. Acho que no verão ali é a “praia” deles.


Desci lá pra ver se a água era muito gelada, enquanto a Juliana torcia para eu cair nas pedras.

E após 48km percorridos chegamos no hotel. Quem nos recebeu, mais uma vez foi gente boa demais, e deixou as bikes ficarem dentro do quarto, já que não trouxemos corrente/cadeado.
Segundo a Juliana, o vizinho do hotel é um cara famoso, mas não sei quem é não.

Demos uma volta pela cidade, conhecemos a Catedral de Augsburgo, que tinha uma porta que abria automaticamente, e me assustou. Nem tinha gritado pro pepe ainda.



Saindo fomos ao Fuggerei, que segundo o Google é o conjunto habitacional social mais antigo do mundo.



Na entrada já foi difícil comprar o ticket em inglês, mas não superou o “onde é o wc?” que a Juliana falou, e a mulher com cara de🤔🤔🤔🤔
Passado os 5 minutos de risada fomos tomar uma, duas, acho que cinco, geladas.

E ainda não nos acostumamos com ainda estar de dia as 20h30. Bora que amanhã tem mais.



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